“Precisamos de um SNS sem demoradas listas de espera”
Na primeira intervenção, Francisco Louçã apresentou duas diferenças essenciais da política do Bloco em relação aos governos de maioria absoluta. A primeira, o Bloco quer "justiça na economia" em oposição aos "negócios" e exemplificou com o caso das 6 auto-estradas em que o Estado pagou mais 689 milhões de euros do que os valores aprovados nos concursos públicos. Francisco Louçã sintetizou dizendo que o Bloco quer "contas claras".
O Bloco de Esquerda realizou, pela
primeira vez, um comício em Joane, concelho de Famalicão. Nele
intervieram Francisco Louçã, Alberto Fernandes, cabeça de lista do
Bloco à freguesia de Joane, Ana Paula Marcelino, primeira candidata
à Câmara de Famalicão, e Pedro Soares, que denunciou a existência
de 15.000 doentes à espera de uma cirurgia no distrito de Braga. O
cabeça de lista do Bloco pelo círculo disse então: "Precisamos
de um SNS sem longas e demoradas listas de espera".
Francisco Louçã, acompanhado da deputada Helena Pinto e de Pedro
Soares, cabeça de lista de Braga às Legislativas, apanhou o comboio
em Braga, para ouvir os elementos da Associação Comboios XXI
criticar a opção do Governo de fazer circular o TGV, na actual
linha Porto-Braga.
Num comício realizado em Almada,
Francisco Louçã começou por assinalar que o distrito de Setúbal
vai ser "um dos centros da grande mudança política que nestas
eleições enfrentará a maioria absoluta" e terminou salientando
que "o que separa esquerda e direita são as políticas sociais, é
a justiça na economia, é o pleno emprego". No comício
intervieram também Fernando Rosas, Jorge Costa e Helena Oliveira.
Este
domingo, cerca de 80 pessoas reuniram-se para a apresentação da
candidatura autárquica do Bloco de Esquerda no concelho de Olhão.
Intervieram João Pereira e Marcos Quitério, cabeças de lista à
Câmara e à Assembleia Municipal de Olhão, respectivamente e
Cecília Honório, primeiro candidata às legislativas pelo círculo
de Faro.
Numa viagem de barco onde esteve acompanhado dos candidatos do Bloco às seis câmaras do Arco Ribeirinho Sul, Louçã frisou que são necessárias regras para proteger "uma paisagem que as pessoas possam viver com intensidade e com gosto", contra a "auto-estrada" da especulação imobiliária. Vê as
Francisco Louçã defendeu ontem o
aumento do imposto sobre as grandes fortunas em prol da implementação
de um sistema de Segurança Social mais justo para os portugueses.
Louçã falava para os cerca de 150 militantes e simpatizantes do
Bloco de Esquerda que marcaram presença no jantar comício que teve
lugar na Ribeira Grande, na ilha de São Miguel.
Na Branca, concelho de Albergaria à
Velha, a população está revoltada com a alteração do troço da
A32, que vai destruir o património natural e a qualidade de vida das
pessoas, só para proteger um loteamento de Américo Amorim e um
negócio chorudo da Mota-Engil. O Bloco
Na Praça 25 de Abril, em Fafe, cerca de 300 pessoas ouviram Francisco Louçã garantir o
combate acérrimo ao polvo dos negócios que assalta o país. O mesmo
país que é afectado pela "tempestade do desemprego" enquanto a
banca "lucra seis milhões por dia".No primeiro comício de rua
do Bloco nesta cidade, foi também reforçado o apoio à candidatura
de um movimento independente de cidadãos à autarquia local. Vê as
Numa festa comício, Francisco Louçã
afirmou que nos últimos anos houve grandes combates pela democracia,
que "houve mais luta e mais determinação" por causa da
participação dos jovens e salientou que o novo movimento dos jovens
contra a precariedade "merece muita atenção". Louçã falou
ainda da suspensão do telejornal de Manuela Moura Guedes.