Louçã defende levantamento do sigilo bancário contra a corrupção
Francisco Louçã começou por afirmar que "temos justiça, mas temos justiça mole e justiça demorada, justiça que muitas vezes não tem sequer meios para investigar".
Salientando que é necessário dar à justiça os recursos "absolutamente essenciais", se exige também que todos os agentes judiciários respondam por prazos, "a grande transformação da justiça deve ser organizada em torno dos prazos da decisão", disse.
Francisco Louçã, num comício em
Faro, apresentou as medidas que o Bloco propõe para uma
transformação na justiça e destacou que no combate à
criminalidade económica e à corrupção, "o levantamento do
segredo bancário, que o Bloco de Esquerda sempre propôs, é o único
princípio de uma verdade permanente contra a corrupção".
Francisco Louçã afirmou que a
avaliação por quotas é uma "avaliação a fingir", que o
"Bloco recusa a avaliação persecutória" e que só a derrota da
maioria absoluta garante que Maria de Lurdes Rodrigues não
continuará como ministra da Educação. O coordenador do Bloco de
Esquerda fez estas declarações num comício em Setúbal, com a
presença de cerca de 300 pessoas, onde Fernando Tordo cantou e
também intervieram Albérico Afonso, Mariana Aiveca e Fernando
Rosas. 
Num comício-festa realizado no
Entroncamento com mais de 350 pessoas, intervieram Carlos Matias, Helena Pinto, José
Gusmão, cabeça de lista do Bloco de Esquerda no círculo de
Santarém, e Francisco Louçã, que desafiou as pessoas que têm PPR
a verificarem os relatórios de contas dos seus PPR, para confirmarem
que perderam dinheiro todos os anos.
Neste Domingo, realizou-se um almoço-comício no Pavilhão Atlântico, que constituiu a iniciativa mais participada do Bloco de Esquerda, juntando 2.500 pessoas. Na sua intervenção, Francisco Louçã dirigiu-se ao eleitorado socialista "que deu as maiorias absolutas" afirmando que o seu partido é o único que "enfrenta" o PS e combate políticas como "o Código do Trabalho ou a perseguição aos professores". O coordenador do Bloco falou em "tempo de decisão". Ver
Num almoço que juntou cerca de 350 pessoas em Alferrarede (Abrantes), Louçã afirmou que ao escolher Bloco como alvo principal, Sócrates e o PS mostram que têm medo do Bloco, "medo de uma esquerda forte e de solidariedade". Louçã criticou ainda a política de "prepotência, abuso e desigualdade" lembrando os prémios pagos a administradores da PT e as parcerias público-privadas na saúde. Vê as
Com Francisco Louçã e João Semedo
Francisco
Louçã abriu a campanha do Bloco de Esquerda na Madeira, num jantar
que juntou cerca de 500 pessoas. Na sua intervenção, fez questão
de frisar que as prioridades fiscais do PS e do BE são efectivamente
diferentes pelo facto de Sócrates permitir que "fujam"
muitos milhões através do off-shore da Madeira onde as empresas
fogem aos impostos.