Louçã defende levantamento do sigilo bancário contra a corrupção

Francisco Louçã começou por afirmar que "temos justiça, mas temos justiça mole e justiça demorada, justiça que muitas vezes não tem sequer meios para investigar".

Salientando que é necessário dar à justiça os recursos "absolutamente essenciais", se exige também que todos os agentes judiciários respondam por prazos, "a grande transformação da justiça deve ser organizada em torno dos prazos da decisão", disse.

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Cecília Honório e Francisco Louçã no comício de Faro - 16 de Setembro de 2009 - Foto de Paulete MatosFrancisco Louçã, num comício em Faro, apresentou as medidas que o Bloco propõe para uma transformação na justiça e destacou que no combate à criminalidade económica e à corrupção, "o levantamento do segredo bancário, que o Bloco de Esquerda sempre propôs, é o único princípio de uma verdade permanente contra a corrupção".
No comício também actuaram os "Mercado Negro" e intervieram Cecília Honório, primeira candidata às legislativas pelo Algarve, e João Brandão, cabeça de lista à Câmara de Faro. Ver fotos.
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“Bloco recusa avaliação persecutória”

Francisco Louçã lembrou que Manuela Ferreira Leite, quando foi ministra da Educação, fez uma lei para proibir os professores de darem declarações públicas: "a lei da rolha, a asfixia democrática", sublinhou, concluindo que "Maria de Lurdes Rodrigues seguiu a política de Manuela Ferreira Leite".

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Comício do Bloco em Setúbal, actuação de Fernando Tordo - Foto de Paulete MatosFrancisco Louçã afirmou que a avaliação por quotas é uma "avaliação a fingir", que o "Bloco recusa a avaliação persecutória" e que só a derrota da maioria absoluta garante que Maria de Lurdes Rodrigues não continuará como ministra da Educação. O coordenador do Bloco de Esquerda fez estas declarações num comício em Setúbal, com a presença de cerca de 300 pessoas, onde Fernando Tordo cantou e também intervieram Albérico Afonso, Mariana Aiveca e Fernando Rosas. Ver vídeo. Ver fotos.
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Música "Está na hora"

Vozes: Fernando Mariano, Sofia Cunha

Trompete: Nuno Reis

Bateria e baixo: Luís Candeias

Guitarra: Sérgio Vitorino

Teclas: Pedro Rodrigues

 

Letra: Pedro Rodrigues, Jorge Costa e Sérgio Vitorino

Música: Pedro Rodrigues, Sérgio Vitorino

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Almoço no Pavilhão Atlântico. Foto de Paulete MatosA música "Está na hora", um enorme sucesso nos comícios e acções de campanha, está disponível aqui em duas versões: cantada e instrumental, em mp3. Leia abaixo a ficha técnica.
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“Façam as contas, todos os PPR perderam dinheiro todos os anos”

Francisco Louçã voltou a intervir sobre a posição do Bloco contra os benefícios fiscais aos PPR's, respondendo a Sócrates, "o arauto" dos benefícios fiscais aos PPR's.

"Eu não quero deixar nenhuma dúvida, e se alguém quer tirar as teimas é muito simples, porque eu sei que aqui estão pessoas que têm PPR's e um milhão de portugueses têm PPR's", disse Louçã, que pegando num exemplar do Jornal de Negócios desta Segunda feira destacou o título: "Investidores em PPR's perderam dinheiro nos últimos seis anos".

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Francisco Louça e José Gusmão no comício do Entroncamento - foto de Paulete MatosNum comício-festa realizado no Entroncamento com mais de 350 pessoas, intervieram Carlos Matias, Helena Pinto, José Gusmão, cabeça de lista do Bloco de Esquerda no círculo de Santarém, e Francisco Louçã, que desafiou as pessoas que têm PPR a verificarem os relatórios de contas dos seus PPR, para confirmarem que perderam dinheiro todos os anos. Ver fotos.
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“Grande exemplo de solidariedade e de oposição ao desemprego”

Segundo a agência Lusa, António Chora, conversando com os jornalistas, defendeu que Portugal deveria adoptar o exemplo espanhol, em que um trabalhador cuja empresa entre em ‘layoff' começa a auferir subsídio de desemprego "desde o primeiro dia".

"Em Portugal um trabalhador pode ficar até seis dias sem receber um tostão!", lamentou.

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Num almoço com a Comissão de Trabalhadores da Autoeuropa e de outras empresas do parque industrial, Francisco Louçã afirmou: "creio que este é um grande exemplo da solidariedade dos trabalhadores para se oporem à perseguição que o desemprego, o trabalho temporário ou estes contratos a prazo representam para as pessoas que trabalham".
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Louçã: “É tempo de decisão”

 

Discursando no final de um almoço/comício na sala Tejo do Pavilhão Atlântico, o coordenador bloquista apelou ao voto dos socialistas e referiu que "a campanha de ódio dirigida pela direita em relação ao Bloco" demonstra que o seu partido é a "esquerda grande".

Louçã começou por lançar críticas a Santana Lopes por "sair à liça" em defesa de Sócrates e disse que o Bloco tem "uma aliança e uma coligação com quem trabalha", "com as vítimas da crise".

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O almoço/comício juntou 2500 pessoas na Sala Tejo do Pavilhão Atlântico. Foto de Paulete MatosNeste Domingo, realizou-se um almoço-comício no Pavilhão Atlântico, que constituiu a iniciativa mais participada do Bloco de Esquerda, juntando 2.500 pessoas. Na sua intervenção, Francisco Louçã dirigiu-se ao eleitorado socialista "que deu as maiorias absolutas" afirmando que o seu partido é o único que "enfrenta" o PS e combate políticas como "o Código do Trabalho ou a perseguição aos professores". O coordenador do Bloco falou em "tempo de decisão". Ver fotogaleria.
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“Sócrates tem medo de uma esquerda forte e de solidariedade”

 

"Eu sei que José Sócrates nos dirá nestas duas últimas semanas que tem medo do Bloco, dirá o mais espantoso, estou mesmo preparado para o ouvir dizer que se o Bloco ganhar então o trigo crescerá para dentro da terra em vez de crescer em direcção ao sol", considerou Louçã, frisando que o PS "medo de uma esquerda forte e de solidariedade".

Criticando a política de "prepotência, abuso e desigualdade" Louçã exemplificou com os prémios pagos a administradores da PT e as parcerias público-privadas na saúde.

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Almoço do Bloco em Abrantes. Foto de Paulete MatosNum almoço que juntou cerca de 350 pessoas em Alferrarede (Abrantes), Louçã afirmou que ao escolher Bloco como alvo principal, Sócrates e o PS mostram que têm medo do Bloco, "medo de uma esquerda forte e de solidariedade". Louçã criticou ainda a política de "prepotência, abuso e desigualdade" lembrando os prémios pagos a administradores da PT e as parcerias público-privadas na saúde. Vê as fotos.
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“Sócrates deixa impostos fugirem pelo off-shore da Madeira”

Louçã afirmou também que "nós sabemos que Manuela Ferreira Leite veio à Madeira dizer que o autoritarismo de Jardim, que persegue os trabalhadores, que persegue os desempregados, que persegue os pobres, que persegue a liberdade de imprensa, é para ela uma forma de governar". "o Bloco que se bate pela Liberdade, bem sabe que essa governação é uma vergonha que os madeirenses não querem nem hão-de aceitar", concluiu.

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Jantar-comício do Bloco no FunchalFrancisco Louçã abriu a campanha do Bloco de Esquerda na Madeira, num jantar que juntou cerca de 500 pessoas. Na sua intervenção, fez questão de frisar que as prioridades fiscais do PS e do BE são efectivamente diferentes pelo facto de Sócrates permitir que "fujam" muitos milhões através do off-shore da Madeira onde as empresas fogem aos impostos.
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