Comício em Ronfe (Guimarães)
Realizou-se, no dia 19 de Setembro pelas 21h30 em Ronfe, um comício do Bloco de Esquerda, que contou com a presença de João Ferreira, candidato à Assembleia de Freguesia de Ronfe, Paulo Jesus, candidato à Câmara Municipal de Guimarães, Joaquim Teixeira, candidato à Assembleia Municipal de Guimarães, e Pedro Soares, cabeça de lista à Assembleia da República por Braga.
“Há cerca de 13 mil desempregados só
neste concelho, o que corresponde a 14% da população activa. É
incompreensível que este Governo não trabalhe no sentido de
desenvolver a indústria, nomeadamente a indústria têxtil.”,
afirmou Pedro Soares, neste comício em Ronfe.
Na tarde de sábado, dia 19 de
Setembro, dezenas de pessoas participaram no Fórum "Linguagens
sobre o rio", promovido pelo Bloco em pleno Guadiana e que reuniu
activistas espanhóis e portugueses em defesa de um desenvolvimento
sustentável que não hipoteque o futuro das populações.
Na vila de Riachos, no distrito de
Santarém, onde foi o 2º partido mais votado nas eleições
europeias, o Bloco de Esquerda reuniu este domingo mais de 400
pessoas num almoço-comício de campanha onde Francisco Louçã
respondeu a José Sócrates sobre o episódio da privatização da
Galp, a que ironicamente se referiu como o "novo mistério da
Rua de São Bento". Louçã voltou a defender o "combate ao
abuso com aquilo que é de todos".
No primeiro comício realizado pelo
Bloco em Amares, Pedro Soares, cabeça de lista pelo círculo de
Braga às eleições legislativas, denunciou os males ligados ao
enorme desemprego que tem assolado o distrito de Braga e acusou o PS
de voltar as costas ao distrito de Braga e de se lembrar das
populações apenas na recta final das eleições.
Diante de uma sala cheia e entusiasmada em Sintra, o
eurodeputado Miguel Portas insistiu este sábado em que só uma grande votação no
Bloco de Esquerda poderá fazer o PS de José Sócrates desistir de reeditar o
bloco central, num governo com Manuela Ferreira Leite.
Francisco Louçã afirmou, nesta Sexta
feira, que o programa eleitoral do PS tem um capítulo secreto sobre
privatizações. Considerando que a política mais perigosa é a que
se "esconde da democracia", Louçã desafiou Sócrates a dizer ao
país " como é que vai prosseguir a política de privatização
que tem destruído meios essenciais do Estado". Estas declarações
foram feitas num jantar-comício no Porto, que juntou 450 pessoas.
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