Jovens do Algarve
Portugal encontra-se mergulhado numa crise financeira provocada pela Banca como nunca se tinha visto na história da democracia desde que esta vigora no nosso país. O arco da governação, de onde fazem parte, desde há 40 anos, PS, PSD e CDS, em nada tem contribuído para que possamos ter alguma dignidade enquanto povo e enquanto pessoas que trabalham e cumprem os deveres que têm como cidadãos.
A luta LGBTQI — Nas palavras e na acção
No plano político-partidário, o Bloco é o único partido que contém, no seu ADN, as lutas pela emancipação e direitos de pessoas LGBTQI. Lutamos contra a homofobia, o machismo, a transfobia, o binarismo de género, e todas as discriminações impostas com base em traços tão pessoais e essencialmente humanos como a nossa orientação sexual ou identidade de género. Assumimos então, este tema particular, como um dos traços fundamentais do nosso ativismo para juventude.
Para que serve uma coordenadora de jovens?
Ao longo da existência do bloco, tem sido constante a discussão sobre as formas que nos diferentes momentos melhor respondiam às necessidades organizativas dos jovens do partido. Essa é uma discussão importante e saudável para um partido com dinâmica e capacidade de ler a conjuntura e fazer balanços críticos. Em torno dessa discussão construiu-se o consenso para a criação de um órgão nacional coordenador de jovens. Importa por isso sistematizar essa reflexão e perceber qual o papel de uma coordenação nacional de jovens.
Legalização da Canábis, A História Recente e Algumas Anotações
Nos últimos dois anos assistimos a importantes avanços no enquadramento legal da Marijuana. O cultivo e a venda foram legalizados no Uruguai em Dezembro de 2013. Qualquer maior de idade pode comprar erva numa farmácia autorizada, em segurança, sabendo o que está a comprar, e não se expondo ao narcotráfico para poder fumar umas ganzas. Foi o primeiro país a fazê-lo após a onda proibicionista dos anos 70 encabeçada pelos Estados Unidos e pela ONU.
Para a institucionalização do movimento estudantil
O avanço do capitalismo e as políticas neo-liberais a ele associadas têm degradado de forma cada vez mais preocupante o ensino português: a incessante eliminação de escolas públicas e o corte no seu orçamento tornam difícil a sua subsistência. Os cortes nas bolsas e a crescente dificuldade no acesso à acção social ou, ainda os cada vez menos incentivos dados à investigação científica e às áreas culturais são apenas meras consequências da vergonhosa política levada a cabo pelo actual executivo.
Movimento estudantil: derrotas por ultrapassar e tarefas imediatas
Há meses atrás o sociólogo Boaventura Sousa Santos exprimida num Prós e Contras uma frase dura: “os estudantes são os grandes ausentes da luta conta a austeridade”. A frase pareceu injusta para todas e todos aqueles estudantes que nos últimos anos têm convocado protestos, animado o debate político nas universidades ou mobilizado para os grandes movimentos gerais de contestação à austeridade. No entanto, o argumento do sociólogo era mais profundo.
Lutar pelo que é justo
É um facto!
E contra factos não existem argumentos!
Todos nós sabemos e já estamos fartos de saber que as políticas de austeridade do actual Governo são um total fracasso e que há muito estão ultrapassadas.
Não podemos continuar assim!
É um facto!
Duas propostas para os Jovens do Bloco
Nós, jovens, fomos dos mais afectados por anos de políticas de austeridade bárbara e da espoliação da dívida. Confrontamo-nos com problemas políticos, económicos e sociais nunca antes vistos em 40 anos de regime liberal-democrático. A pobreza aumentou exponencialmente; o desemprego jovem atingiu níveis brutais; a emigração alcançou marcos históricos; o abandono escolar e a exclusão do ensino superior é um quotidiano nas vidas dos estudantes; a precariedade escraviza os jovens.
A Cultura da Exploração
A complexidade das relações humanas podem fazer crer aos mais desatentos que o foco das nossas energias deve ser gasto somente na regulação das mesmas. A verdade é que não estamos nem nunca estivemos sozinhxs no planeta. Inquietamos e destruímos um mundo do qual não só nós fazemos parte, como tantos outros seres vivos. Os restantes animais têm, por isso, que ser por nós considerados. A ação humana deve, necessariamente, entrar em consonância do resto da natureza.
Realizou-se este sábado no Fórum Lisboa o comício "Unidos Contra a Austeridade", com a presença de dirigentes do Syriza e Podemos. Ver notícia das intervenções de
Contributo de Luís Casinhas