Finanças locais, decisão do PR vem de encontro às objecções levantadas pelo Bloco
Alda Macedo acrescentou ainda: "Desde o início da discussão, o Bloco de Esquerda manifestou as suas objecções políticas em relação a estes artigos, que consagram uma colecta variável do IRS, estes artigos prejudicam a solidariedade nacional, prejudicam as regiões mais pobres face às regiões mais ricas".
O Presidente da República solicitou hoje ao Tribunal Constitucional a apreciação da conformidade com a Constituição da República das normas enunciadas na alínea c) n.º 1 do art.º 19.º e no art.º 20.º da Lei das Finanças Locais. A deputada Alda Macedo considerou à agência Lusa que "O facto de o Presidente da República ter pedido a revisão da constitucionalidade desses artigos vem ao encontro das objecções políticas que temos vindo a manifestar desde sempre. Vamos aguardar o resultado da análise do Tribunal Constitucional".
Os deputados municipais do Bloco de Esquerda, na sessão da Assembleia Municipal do passado dia 27 de Novembro, votaram contra os privilégios concedidos à empresa privada ParkAlgar, responsável pela construção do futuro Autódromo na Mexilhoeira Grande. O Bloco de Esquerda de Portimão rejeitou vigorosamente os acordos existentes entre a Câmara Municipal e a ParkAlgar e denuncia-os publicamente.
Quatro dezenas de autarcas e activistas do Bloco de Esquerda reuniram em Braga na sexta-feira, 1 de Dezembro, para um balanço da actividade nas assembleias municipais e de freguesia e debate de temáticas relacionadas com o Desenvolvimento Regional, Agenda 21 Local, Finanças Locais e Regionalização.
Por proposta dos deputados municipais do Bloco de Esquerda foi aprovada uma moção que delega na "Comissão Permanente a responsabilidade da promoção de um debate aberto à participação dos cidadãos, com a presença de todos os movimentos cívicos que se venham a constituir nos termos legais, no âmbito do referendo sobre a descriminalização da interrupção voluntária da gravidez".
Segundo o editorial, o primeiro número do Bloco E surge cerca de um ano depois da eleição dos primeiros representantes do BE nos órgãos autárquicos do município de Coimbra. "Para que os cidadãos e as cidadãs nos conheçam e nos julguem, através das nossas ideias e das posições que defendemos. Para que o debate político seja mais esclarecido, mais transparente, mais aberto e mais participado. Para que Coimbra conquiste, finalmente, uma nova força." 
O BE do Algarve considera o Plano Regional de Ordenamento do Território um instrumento fundamental para o enquadramento das políticas de desenvolvimento regional e manifesta as suas preocupações e propostas em relação ao documento em discussão pública, considerando que este Plano é omisso em algumas questões relevantes e que o desenvolvimento do interior não depende apenas de um plano de ordenamento, mas de uma efectiva política de investimentos que permitam contrariar a tendência para a desertificação humana da serra algarvia. Mais informação no site