Sobre o fecho da CRIL, Bloco solicita presença do secretário de Estado no Parlamento
Governo e Câmaras insistem em não ouvir os moradores
Bloco solicita presença do secretário de Estado das Obras Públicas no Parlamento
COIMBRA: É INACEITÁVEL O ENCERRAMENTO DA ECOVIA
Comunicado da Comissão Coordenadora Distrital de Coimbra do BE
A Comissão Coordenadora Distrital de Coimbra do Bloco de Esquerda considera inaceitável o encerramento da Ecovia. Trata-se, na nossa perspectiva, do único conceito interessante surgido num domínio em que a política da autarquia é errática, senão mesmo inexistente: o da mobilidade.
Ministro Teixeira dos Santos anuncia que a banca vai pagar IRC - mas não é para já
Nota do Bloco de Esquerda (na íntegra)
Ministro Teixeira dos Santos anuncia que a banca vai pagar IRC - mas não é para já
A Câmara Municipal da Moita e o PDM
Mas a verdade é que isto não passa de uma manobra da maioria CDU, pois desanexa 460 ha da actual REN para permitir a construção imobiliária, e coloca esta mesma área em cima de uma zona que já é RAN, alarga há orla marítima que já tem protecção especial a REN, aparecendo assim como se estivesse a alargar a dita REN.

A comissão distrital de Lisboa do Bloco de Esquerda considera que o acordo entre os presidentes das Câmaras de Lisboa, Amadora e Odivelas, sob os auspícios do Governo, para um projecto que permita o desejado fecho da CRIL (Circular Regional Interior de Lisboa), persiste em graves erros. O BE continua a defender que o fecho da CRIL deve ser feito predominantemente por túnel, entre a Buraca e Alfornelos e que os nós da Damaia, Portas de Benfica, Pedralvas e Alfornelos devem ser eliminados e solicitou a presença do secretário de Estado das Obras Públicas no Parlamento.
O Bloco de Esquerda do Algarve apresentou ao público o seu novo site na Internet durante o Encontro Autárquico Regional que se realizou no passado Sábado 4 de Novembro de 2006. O endereço é:
A Comissão Coordenadora Distrital de Coimbra do Bloco de Esquerda considera inaceitável o encerramento da Ecovia e defende a sua manutenção, gratuidade, integração no sistema global de transportes públicos da cidade e a sua inserção eficiente numa estratégia de promoção do centro da cidade.
O ministro das finanças anunciou hoje que a banca vai passar a pagar mais IRC. Só que, como fica claro no Orçamento de Estado, só prevê no próximo ano que este IRC se eleve dos actuais 13% para 15%. Acontece que a taxa legal de IRC é de 25%. Assim, ainda não é este ano que a banca vai pagar os impostos que deve.