Não à privatização da Valorsul

A Valorsul é uma empresa pública que trata cerca de um milhão de resíduos sólidos urbanos de 19 concelhos e serve mais de 1,6 milhões de pessoas. 

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Cartaz

Hoje temos um sistema de tratamento de resíduos rentável, socialmente responsável e sustentável que serve com qualidade mais de 6,4 milhões de pessoas. O Governo quer privatizá-lo para lucro de alguns grupos económicos. Ler comunicado do Bloco.


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Privatizar a Valorsul é entregar o "ouro ao bandido"

Nestas alturas pensamos sempre nas consequências de fazer este tipo de luta.

Perguntamo-nos sempre o que é que adianta? O que é que se ganha com isto?

Temos sempre uma razão para nada fazermos. Seja o orçamento familiar, seja porque sabemos que as pressões e chantagens podem cair sobre cada um de nós, mas:

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Cartaz

Os trabalhadores reunidos em plenário geral no dia 27 de Fevereiro decidiram avançar para a greve entre as 00,00h do dia 17 e as 24,00 de 20 de Março. É uma decisão corajosa e decidida de forma muito participada com a realização prévia de plenários nas diversas unidades da empresa e auscultação das equipas que à partida garantem um bom arranque da greve, meio caminho para o seu êxito. Artigo de Francisco Alves e Luís Costa.

“As Árvores morrem de pé!”: Na destruição dos ENVC

A luta demorou meses mas vem de longe, unindo todos os trabalhadores, uma Cidade inteira e colhendo a simpatia um pouco por todo o País, pela viabilização dos Estaleiros. Travar a subconcessão e evitar o encerramento dos estaleiros foram o centro do principal objectivo da petição que recolheu mais de 8500 assinaturas entregue na Assembleia da República. 

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Foto Jorge Teixeira

O Governo decidiu encerrar os Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC) de despedir «por mútuo acordo» todo o pessoal - só 11 trabalhadores, entre os quais, 2 da CT, resistiram até ao fim, sendo despedidos coletivamente - e subconcessionar os Estaleiros à MARTIFER onde pontua a Mota-Engil. Artigo de José Casimiro.

Troika e Governo insistem em despedimentos individuais-flexi

Nesta estratégia austeritária de diminuir o peso do trabalho na sociedade e os seus custos, rebaixa-se salários diretos e indiretos, embaratece-se os despedimentos, precariza-se e empobrece-se o trabalho.

 

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Foto Paulete Matos

Enquanto que Bruxelas vai avisando que a austeridade e os cortes são para continuar, mesmo depois de Maio do “pós-troika”, para cumprirem o défice imposto para 2014, têm de cortar mais de 4,1 mil milhões € e já vão avisando que é necessário mais de 2 mil milhões de € para se cumprir o défice de 2,5% em 2015. Artigo de José Casimiro.

A luta nos call centers

Um part-time de 6 horas facilmente se converte em mais uma hora extra aqui ou ali; um full-time de 8 horas para muita gente  converte-se em 12 ou 13 horas, porque o desespero de muitos e muitas para sobreviver já chegou a este ponto.

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Foto Ben Kraan Architecten BNA/Flickr

A realidade dos call-centers, hoje em dia, vai-se generalizando e é dura. Os maiores aglomerados de precariedade neste país, onde os salários base são os mais baixos possível, mas onde se tenta que as pessoas trabalhem o máximo de horas possível. 

A vida num Call Center é uma passagem incondicional

Todavia a insegurança no posto de trabalho, o não direito a subsidio de ferias gozadas o mesmo sentimento em relação ao subsidio de Natal (ambos pagos em duodécimos), a sensação de sermos "os excluídos" de algumas normas e regalias da empresa, que enquanto funcionário da própria tens direito, como por exemplo os pontos entre o Natal e Passagem de ano, a marcação dos 22 dias de férias anuais, entre outros.

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Foto vivreabruxxl/Flickr

Trabalho num Call Center há cerca de 5 anos; durante 3 anos fui trabalhadora na empresa temporária Kelly (trabalho de empresa temporária), onde vivia diariamente a expectativa de ser ou não o meu último dia de trabalho. Por Mafalda Almeida.

Estudantes do Bloco lançam pistas para agitar a Universidade

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Sessão com Fernando Rosas e Sampaio da Nóvoa"O Princípio da Universidade" foi o mote do encontro que os estudantes de Lisboa organizaram no dia 1 de março. Durante todo o dia, quatro mesas percorreram algumas das questões mais importantes sobre o ensino Superior e a Ciência. António Sampaio da Nóvoa e Fernando Rosas foram os oradores do primeiro debate. João Semedo e Marisa Matias salientaram a importância de uma ação nas escolas capaz de criar espaços de crítica e politização contra a austeridade e o conservadorismo.

Conferência Nacional - textos aprovados

No ponto da Conferência sobre organização, a recomendação "Um Bloco mais participado e socialmente enraizado" foi aprovada com 223 votos. Na votação em alternativa, a recomendação "Vertebrar e oxigenar - Caminhos para a construção do Bloco de Esquerda como partido de massas" obteve 54 votos e a recomendação "Recomeçar de novo: a crise na resposta anticapitalista à crise" obteve 44 votos.

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Foto Paulete Matos

A II Conferência Nacional do Bloco de Esquerda aprovou duas recomendações à Mesa Nacional: "Desobedecer à Europa da Austeridade" e "Um Bloco mais participado e socialmente enraizado".

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