Sócrates representa governo clamorosamente falhado
Referindo-se ao balanço da governação do PS, Miguel Portas referiu que em Portugal, 40% dos trabalhadores ganham até 600 euros. "Mas toda a gente sabe que os preços em Portugal são ao nível dos europeus. Para quando os portugueses terão também salários europeus?", questionou, afirmando que o que separa o Bloco de Esquerda do PS é precisamente o socialismo, que, no caso do partido de Sócrates, "foi deixado na gaveta".
"Dar força a quem se sente sem força"
O cabeça-de-lista do Bloco de Esquerda às europeias explicou depois que, durante a tarde, e fora do âmbito da campanha, estivera no tribunal de Seia onde se reunia uma assembleia de credores da empresa têxtil Beiralã, que já teve 1.700 trabalhadores e que agora tem apenas 90 a trabalhar, e 120 que suspenderam o contrato por terem os salários em atraso.
Governo incapaz de fazer face aos desastres ambientais
Para Miguel Portas esta situação é absurda, até porque há fundos europeus disponibilizados para resolver este tipo de atentados ambientais, mas o governo português tem-se demonstrado incapaz de de lhes fazer face. "Das mais de 160 minas que desapareceram em Portugal, cerca de 60 eram de urânio, mas só há seis projectos de intervenção em curso", disse Miguel Portas, que ainda recordou que a intervenção feita na mina da Urgeiriça foi incompleta.
PS e PSD são como a Pepsi e a Coca-Cola, diz Miguel Portas
"Estas são as primeiras eleições que ocorrem depois da grande crise, a crise de todas as crises", começou o cabeça-de-lista do Bloco de Esquerda, interpelando directamente os eleitores que há quatro anos, votaram PS: "só têm razões para se sentir enganados". E enumerou os motivos: o aumento do IVA depois de o PS ter prometido não aumentar impostos, a recusa de referendar o Tratado de Lisboa, o código do trabalho, que o PS mudou para pior.
"Quem votou no PS e se sente enganado deve hoje votar no Bloco"
Louçã falou num comício em Faro onde intervieram também os candidatos Miguel Portas, Marisa Matias e José Manuel do Carmo.

"Se sete por cento era a marca de uma
governação falhada, o que há-de ser o desemprego a caminho dos 10
por cento senão a marca de uma governação clamorosamente falhada",
disse Miguel Portas esta terça-feira em S. João da Madeira, num
comício no centro da cidade em que foram dominantes as críticas ao
governo de José Sócrates.
Miguel Portas disse esta segunda-feira,
num comício no Pátio da Inquisição, em Coimbra, que o Bloco de
Esquerda tem "um pacto de fidelidade" com os seus eleitores, a
quem devolverá "com juros" a força que lhe for dada no dia 7 de
Junho. "Esta é uma campanha para dar força a quem se sente sem
força e para dar força a quem não resigna e se quer levantar. Toda
a força que nos derem, todos os votos que forem deitados no BE, é
força que nos comprometemos a devolver", assegurou.
Miguel Portas, Marisa Matias e Rui
Tavares visitaram os terrenos da antiga mina da Cunha Baixa, perto de
Mangualde, distrito de Viseu. Encerrada em meados da década de 90, a
mina a céu aberto não foi recuperada e espalha até hoje
radioactividade que afecta as populações locais.
Victor Franco e Vítor Edmundo são os
candidato do Bloco de Esquerda à Câmara e Assembleia Municipal de
Loures, respectivamente. A candidatura foi apresentada nesta Segunda
feira, 1 de Junho. Ler mais em
O cabeça de lista do Bloco de Esquerda ao
Parlamento Europeu, Miguel Portas, participou num almoço com apoiantes
da candidatura na Madeira. Neste almoço, que reuniu cerca de 300
pessoas, Miguel Portas criticou fortemente o off-shore da
Madeira tendo apontado baterias às pessoas "bem pouco normais" que
fogem aos impostos através da praça financeira madeirense. 
Na arrancada para a última semana da
campanha, em Lisboa, Miguel Portas fez apelos directos ao voto dos
socialistas que se sentem enganados e até aos eleitores
social-democratas. Os ataques ao "bloco central" foram a tónica
das intervenções para as mais de 500 pessoas presentes.
Francisco Louçã apelou esta
sexta-feira aos eleitores do PS que se sentiram enganados a votarem
agora no Bloco de Esquerda, e alinhou um conjunto de razões para
isso.
Francisco Louçã denunciou esta
quinta-feira em Leiria que o relatório citado por Vital Moreira para
apoiar a sua proposta de um imposto europeu só poderia entrar em
vigor em 2014, isto é, quando já tiver terminado o mandato do
próprio Vital Moreira. "Assim é fácil fazer propostas",
ironizou Louçã, "quando nem é possível prestar contas sobre
elas."