Sócrates representa governo clamorosamente falhado


Referindo-se ao balanço da governação do PS, Miguel Portas referiu que em Portugal, 40% dos trabalhadores ganham até 600 euros. "Mas toda a gente sabe que os preços em Portugal são ao nível dos europeus. Para quando os portugueses terão também salários europeus?", questionou, afirmando que o que separa o Bloco de Esquerda do PS é precisamente o socialismo, que, no caso do partido de Sócrates, "foi deixado na gaveta".

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Comicio em S. João da Madeira. Foto de Paulete Matos"Se sete por cento era a marca de uma governação falhada, o que há-de ser o desemprego a caminho dos 10 por cento senão a marca de uma governação clamorosamente falhada", disse Miguel Portas esta terça-feira em S. João da Madeira, num comício no centro da cidade em que foram dominantes as críticas ao governo de José Sócrates.
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"Dar força a quem se sente sem força"


O cabeça-de-lista do Bloco de Esquerda às europeias explicou depois que, durante a tarde, e fora do âmbito da campanha, estivera no tribunal de Seia onde se reunia uma assembleia de credores da empresa têxtil Beiralã, que já teve 1.700 trabalhadores e que agora tem apenas 90 a trabalhar, e 120 que suspenderam o contrato por terem os salários em atraso.

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Comício no Pátio da Inquisição em Coimbra. Foto de Paulete MatosMiguel Portas disse esta segunda-feira, num comício no Pátio da Inquisição, em Coimbra, que o Bloco de Esquerda tem "um pacto de fidelidade" com os seus eleitores, a quem devolverá "com juros" a força que lhe for dada no dia 7 de Junho. "Esta é uma campanha para dar força a quem se sente sem força e para dar força a quem não resigna e se quer levantar. Toda a força que nos derem, todos os votos que forem deitados no BE, é força que nos comprometemos a devolver", assegurou.
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Governo incapaz de fazer face aos desastres ambientais


Para Miguel Portas esta situação é absurda, até porque há fundos europeus disponibilizados para resolver este tipo de atentados ambientais, mas o governo português tem-se demonstrado incapaz de de lhes fazer face. "Das mais de 160 minas que desapareceram em Portugal, cerca de 60 eram de urânio, mas só há seis projectos de intervenção em curso", disse Miguel Portas, que ainda recordou que a intervenção feita na mina da Urgeiriça foi incompleta.

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Miguel Portas e Marisa Matias. Foto de Paulete MatosMiguel Portas, Marisa Matias e Rui Tavares visitaram os terrenos da antiga mina da Cunha Baixa, perto de Mangualde, distrito de Viseu. Encerrada em meados da década de 90, a mina a céu aberto não foi recuperada e espalha até hoje radioactividade que afecta as populações locais.
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Miguel Portas em campanha na Madeira fala de sufoco de duas maiorias absolutas

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Miguel Portas fala durante o almoço na MadeiraO cabeça de lista do Bloco de Esquerda ao Parlamento Europeu, Miguel Portas, participou num almoço com apoiantes da candidatura na Madeira. Neste almoço, que reuniu cerca de 300 pessoas, Miguel Portas criticou fortemente o off-shore da Madeira tendo apontado baterias às pessoas "bem pouco normais" que fogem aos impostos através da praça financeira madeirense. Ler mais...
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PS e PSD são como a Pepsi e a Coca-Cola, diz Miguel Portas



"Estas são as primeiras eleições que ocorrem depois da grande crise, a crise de todas as crises", começou o cabeça-de-lista do Bloco de Esquerda, interpelando directamente os eleitores que há quatro anos, votaram PS: "só têm razões para se sentir enganados". E enumerou os motivos: o aumento do IVA depois de o PS ter prometido não aumentar impostos, a recusa de referendar o Tratado de Lisboa, o código do trabalho, que o PS mudou para pior.

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Comício em Lisboa. Foto de Paulete MatosNa arrancada para a última semana da campanha, em Lisboa, Miguel Portas fez apelos directos ao voto dos socialistas que se sentem enganados e até aos eleitores social-democratas. Os ataques ao "bloco central" foram a tónica das intervenções para as mais de 500 pessoas presentes.
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Imposto proposto por Vital só poderia entrar em vigor em 2014


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Comício em Leiria. Foto de Paulete MatosFrancisco Louçã denunciou esta quinta-feira em Leiria que o relatório citado por Vital Moreira para apoiar a sua proposta de um imposto europeu só poderia entrar em vigor em 2014, isto é, quando já tiver terminado o mandato do próprio Vital Moreira. "Assim é fácil fazer propostas", ironizou Louçã, "quando nem é possível prestar contas sobre elas."
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