Portugal ao fundo
No dia da apresentação dos novos submarinos da Marinha de Guerra (quarta-feira 8 de Setembro), o Bloco de Esquerda organiza uma recepção alternativa, para apresentar à sociedade lisboeta e ao país o resultado de um estranho e ruinoso negócio que, com o alto patrocínio do PSD/CDS e do PS, irá custar mil milhões de euros aos e às contribuintes.
No dia da apresentação dos novos
submarinos da Marinha de Guerra, o Bloco de Esquerda organiza-lhes
uma recepção alternativa.
Marisa Matias e Miguel Portas, do Bloco de Esquerda, consideram que a
protecção laboral contra este tipo de abusos deve ser reforçada a nível
nacional e europeu.
"Estão projectados para ambos os mouchões um número de campos de golfe e
de camas que não são compatíveis com a preservação desta zona nem com a
aptidão agrícola que tem", declarou Rita Calvário.
Líder parlamentar do Bloco de Esquerda diz que o Presidente da República
está "a abrir caminho, quase a impor" um orçamento de bloco central,
entre o PS e o PSD.
Francisco Louçã acusa o primeiro-ministro de discutir com o PSD uma
proposta de Orçamento do Estado para 2011 que aumenta os impostos e
reduz o emprego, lembrando que os dois partidos já se puseram de acordo
sobre o PEC.
Miguel Portas faz nesta segunda-feira,
no plenário do Parlamento Europeu, uma apresentação do seu
relatório sobre o apoio às vítimas de despedimentos colectivos. O
caso da Qimonda ilustra a importância deste documento.
Heitor de Sousa contesta o encerramento da linha de 215,3 km, a
pretexto de obras em 37,4 km. O deputado pergunta ao Governo como
avalia a alternativa de manter a circulação e efectuar transbordo
rodoviário no troço em obras.
Para o Bloco de Esquerda, perante a
situação de degradação de tantos milhares de habitações, o
Executivo de Rui Rio tem evidentes responsabilidades, já que se tem
recusado a utilizar os poderes/deveres previstos na legislação.
Deputada Cecília Honório reúne com representantes da Embaixada francesa
e exprime a grande preocupação do Bloco de Esquerda com a expulsão de
milhares de pessoas de etnia cigana.
Questionado pelo Bloco de Esquerda, o ministério do Trabalho confirma
que os recepcionistas estavam na situação de falsos recibos verdes e
deviam ter contrato.