Nascida há 12 anos da falência de uma outra empresa, a Fizel, que chegara a ter 1500 empregados, a Beiralã começou com 300 trabalhadores mas anos mais tarde já enfrentava sérias dificuldades.
Em Setembro, 120 trabalhadores suspenderam o contrato, por terem os salários em atraso e a empresa manifestamente não demonstrar condições de se levantar. Entretanto, um credor francês pediu a insolvência de empresa, onde ainda laboram 90 empregados.
No próximo dia 1 de Junho, uma reunião de credores vai decidir o futuro da empresa. Os trabalhadores - tanto os que ainda lá trabalham quanto os que aguardam indemnização - vão fazer uma concentração.
Miguel Portas reuniu-se com os
dirigentes do sindicato dos Trabalhadores Têxteis da Beira Alta
nesta quinta-feira para discutir a situação dos trabalhadores da
Beiralã, em Seia, empresa que enfrenta um processo de insolvência
com 90 trabalhadores ainda laborando e outros 120 que têm direito a
quase 20 mil euros de indemnização cada.