
O Hospital de Braga tinha 128 enfermeiros em situação decontratados a termo certo, muitos deles com mais de sete prorrogações decontrato precário. A administração propôs um contrato individual de trabalho que contém cláusulas queatentam contra a lei e os seus direitos. Mas apenas o fez a 125 trabalhadores, deixandode fora três enfermeiras, duas que se encontram a gozar licença de parto e umaterceira que está de baixa médica devido a gravidez de risco. Os deputados João Semedo e Pedro Soares exigem "o fim urgente a esta discriminação e autênticoatentado ao direito à maternidade".
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