Bloco contesta discriminação de enfermeiras grávidas do Hospital de Braga

23 de Julho 2010
A
recusa
em
assinar
contrato
com
estas
três
profissionais
configura
uma
discriminação
punida
pela
 Lei
 e
 pela
 Constituição
 Portuguesa,
 inaceitável
 num
 estado
 de
 Direito
 que
 deve
 proteger
 os
 trabalhadores
e
a
maternidade.
O Hospital de Braga tinha 128 enfermeiros em situação decontratados a termo certo, muitos deles com mais de sete prorrogações decontrato precário. A administração propôs um contrato individual de trabalho que contém cláusulas queatentam contra a lei e os seus direitos. Mas apenas o fez a 125 trabalhadores, deixandode fora três enfermeiras, duas que se encontram a gozar licença de parto e umaterceira que está de baixa médica devido a gravidez de risco. Os deputados João Semedo e Pedro Soares exigem "o fim urgente a esta discriminação e autênticoatentado ao direito à maternidade". Ler notícia.