
O Presidente da República vetou a nova lei das uniões de facto,
considerando "inoportuno" que em final de legislatura se façam
alterações de fundo à actual lei e alertando para a falta de uma
"discussão com profundidade" sobre a matéria. Entre os poucos
argumentos para o veto está a conservação da distinção em
relação ao casamento. Bloco, PS e PCP criticaram o veto conservador de Cavaco.
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