Luís Fazenda respondeu depois às questões do deputado do PS, que se tinha referido à "mão invisível do Estado". "Se a concepção dos socialistas é que por trás das entidades independentes há a mão invisível do Estado, convenhamos que o Estado está maneta". "Precisamos discutir o dogma da chamada independência dessas entidades, que são independentes do Estado mas dependentes do mercado", disse o líder parlamentar do Bloco, antes de voltar a criticar o silêncio do PS sobre o aumento das taxas de juro.
O líder parlamentar do Bloco interpelou a bancada do PSD sobre o seu silêncio acerca do falhanço da supervisão "independente" no actual descalabro do sistema financeiro. Luís Fazenda questionou ainda se o PSD acompanhará o PS no silêncio em relação ao Banco Central Europeu, enquanto este aumenta as taxas de juro, provocando o desemprego e as dificuldades na vida das populações.
